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EU JOGUEI Crash Bandicoot!

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Faaaaaaaaaaaaaala aí geeks!

O EU JOGUEI é um pedaço do WeRgeeks para games mais velhos, ou seja, games que já foram jogados e finalizados. Aqui, o ano de lançamento e o console não importam. O Objetivo é falarmos um pouco sobre o jogo e causar aquele sentimento nostálgico nos leitores mais velhos e despertar curiosidade nos mais novos.

Essa semana, vamos sair um pouquinho do mundo da Nintendo e começaremos a mesclar com o grandioso leia, pirata da Sony! Começaremos com o primeiro jogo da Sony que me foi apresentado. O Jogo que consolidou o mascote do PlayStation 1. O jogo com a onomatopéia mais difícil de se imitar. Ladies and Changemans, Crash Bandicoot!

Crash Bandicoot é o primeiro jogo da série criada para retratar as aventuras de um rato gigante, geneticamente modificado, que luta para impedir os planos maléficos do terrível Dr. Neo Córtex e seus capangas. O jogo se passa nas fictícias ilhas Wumpa, localizadas em um arquipélago a noroeste da Austrália. No início do game, o jogador tem acesso a um mapa que mostra em que local das ilhas Crash se encontra. Até o caminho para o castelo, onde Crash precisa resgatar sua namorada, existem 32 fases. Sendo 24 fases corridas, 6 delas batalha contra chefes, e 2 fases secretas, que são habilitadas no decorrer do game.

Os traços de Crash Bandicoot, nitidamente, tiveram grande influência de cartoons norte americanos. É possível notar que a maioria dos personagens e inimigos possuem um corpo pequeno e uma cabeça gigante. Os cenários estão muito bem feitos, fundos lindos, suaves e chamativos, com imagens mais nítidas e bem estruturadas do que em outros jogos do Playstation.

A jogabilidade é simples, Crash apenas corre, pula e gira. Parece pouco, mas pelo fato de ser baseado em fases corridas, o jogo se torna divertidíssimo.

Agora, eu DESAFIO vocês a escreverem a onomatopéia do querido ratão!

Espero que vocês tenham gostado! Não deixem de divulgar o WeRgeeks nas redes sociais e curtir a nossa Fanpage no Facebook!

Até semana que vem!

See Ya!


EU NÃO ACREDITO

toda segunda-feira um novo episódio
Ouça em todas as plataformas
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Eu não acredito que exista uma estratégia que pode ser bastante eficiente para agilizar a criação de políticas públicas.

Existe sim. É o chamado advocacy, uma prática política utilizada para pressionar e influenciar o sistema político a alocar recursos e criar leis que beneficiem a sociedade como um todo. 

Não, não é lobby. E as empresas estão bastante interessadas no assunto. 

Para entender melhor isso tudo, conversamos com quem entende de advocacy. Vem aprender com gente neste EU NÃO ACREDITO.

DESCUBRA NESSE EPISÓDIO:
O que é advocacy?
Qual a diferença entre advocacy e lobby?
O que advocacy tem a ver com accountability?
Por que as empresas estão se preocupando cada vez mais com advocacy?
Para atuar com advocacy é preciso alguma formação específica?
Como criar uma estratégia de advocacy?

LINKS DO PROGRAMA
EU NÃO ACREDITO – Ética na cadeia produtiva

OFERECIMENTO
G-Locks Fechaduras Eletrônicas

REFERÊNCIAS TEXTUAIS
Kelly Quirino rumo à Columbia University (Vakinha)
O que é Advocacy e sua Importância para a Democracia. (Youtube)
Metodologia de Advocacy (ACT)
Lei Antifumo do Estado de São Paulo. (Assembleia Legislativa de São Paulo)
Guia para Construção de Estratégias de Advocacy: como influenciar políticas públicas. (Imaflora)
Imaflora lança guia que ensina organizações sociais a influenciar políticas públicas. (Folha de São Paulo)
EU NÃO ACREDITO – Ética na Cadeia Produtiva
Magazine Luiza: dar vagas para negros é ‘racismo reverso’? (BBC)
Magazine Luiza lança nova edição de programa de trainee para pessoas negras. (CNN)

Gostou do episódio? Mande um comentário em áudio pelo WhatsApp +55 11 98765-6950. Seu comentário poderá aparecer no podcast Serviço de Atendimento à Cavalaria (SAC).


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