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    Skate EU NÃO ACREDITO

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EU JOGUEI Golden Eye 007!

873 Resultados / Página 1 de 49


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Faaaaaaaaaaaaaala aí geeks!

O EU JOGUEI é um pedaço do WeRgeeks para games mais velhos, ou seja, games que já foram jogados e finalizados. Aqui, o ano de lançamento e o console não importam. O Objetivo é falarmos um pouco sobre o jogo e causar aquele sentimento nostalgico nos leitores mais velhos e despertar curiosidade nos mais novos.

Essa semana, vamos falar de um dos maiores clássicos multiplayer da minha geração, o jogo que mostrou todo o potencial dos FPS para console, o jogo que transformou meninos em homens e finalmente, o jogo que me deixou com a fama de “matador” e que me garantiu um olho roxo! O ano? 1997. O jogo? Golden Eye 007!

Eu nunca fui muito fã de jogos de videogame baseados em filmes. Sempre achei todos eles uma porcaria. Todos me passavam a sensação de terem sido criado nas coxas apenas pra arrecadar a grana da fama construída em cima de alguns filmes muito esperados. Porém, porém, porém… Golden Eye veio destruindo tudo e calou a minha boca de vez. O filme não era lá aquelas coisas, mas o jogo era incrível!

Produzido pela Rareware, que durante muito tempo havia sido uma das mais bem sucedidas parceiras da Nintendo, tendo trazido games icônicos, como a trilogia Donkey Kong Country no Super Nintendo e Banjo Kazooie para o próprio N64, Golden Eye trouxe gráficos sensacionais para a época, uma trilha sonora matadora, toneladas de armas variadas, somados a uma jogabilidade que se aproveitava perfeitamente do design do controle do aparelho, colocando o jogador realmente na pele do agente secreto mais famoso do mundo.

O modo single-player tinha um enredo bem montado, que trazia uma dificuldade balanceada e fases bem extensas e fieis ao filme. Cada detalhe do longa lançado em 1995 era representado nas fases do jogo. A invasão e ação na Sibéria, a ameaça “nuclear”, o desaparecimento do parceiro, a traição… Todos os grandes momentos eram transpostos no jogo.

Mas o “Boom Shakalaka” de Golden Eye era o multiplayer. Com suporte a 4 jogadores em tela dividida (Deus abençoe o N64), GoldenEye era o jogo perfeito pra reunir a galera e passar a tarde jogando e sacaneando geral. Era comum encontrar uma galera jogando e outra galera botando pilha. Toda a gritaria e ofensas da mais alta gabardância (como diria o gerente daquela bagaça chamada Radiofobia, Léo Lopes).

E é aí que eu conto como ganhei meu olho roxo…

Havia um mapa no multiplayer chamado “Facility”, que era basicamente a faixada de um bunker subterrâneo. Nesse mapa de 2 andares, haviam algumas passagens secretas e lugares sensacionais para preparar armadilhas,  eu o conhecia como ninguém, estufava o peito e falava que JAMAIS seria pego nesse mapa, dominava cada detalhe! Eu e meus primos fomos passar um final de semana no sítio de um tio e obviamente, levei meu kit de sobrevivência: Um Nintendo 64 com 4 controles e Golden Eye 007.

Começamos a jogar com uma única regra: Quem ganhasse no mata-mata, escolhia o mapa da próxima partida, como eu era o dono console, tinha direito de começar escolhendo um mapa. Nem preciso dizer né? E assim foram mais de 40 partidas sem perder, quase 8 horas sacaneando meus primos, 1/3 de dia gerando o ódio no coração daquelas crianças. Então, para tentar ajudar meus pobres primos, soltei a seguinte frase: “Vamos fazer timinho? Eu contra vocês 3? Topam?”. E para acabar de ferrar lancei o desafio: “Se eu ganhar, vocês deixam eu bater em vocês e se vocês ganharem, eu deixo vocês me baterem. Vamos, melhor de 3?”

Oras, eu tinha 9 anos e era o maior matador da história de Golden Eye. Jamais imaginaria uma derrota! Então, na terceira rodada do DeathMatch, eu cerquei uma das portas com minas terrestres e fiquei na ponta oposta de sniper de costas para uma parede que tinha uma passagem secreta. Era o camper perfeito, jamais seria pego! Minha soberania seria confirmada para sempre!

Ficamos ali por quase 15 minutos, eu querendo que eles tentassem a invasão e eles querendo que eu saísse. Finalmente, 2 de meus primos morreram estourando todas as minhas minas terrestres, sobrando apenas o terceiro. Me posicionei no canto da sala e fui acompanhando a parede para ter um melhor ângulo. E meu primo sempre indo ao canto oposto buscando proteção. Até que cheguei na porta da sala, que ficava do lado oposto a passagem secreta. Procurei meu primo por todo o canto, sem sair da sala. Vasculhei as escadas, atras das caixas de madeira e barris de gasolina… Para todo o lado que eu olhava, eu só conseguia ver a parede branca e verde. Quando me virei para voltar ao fundo da sala, vi que meu primo tinha dado a volta, usado a passagem secreta e me cercado de minas terrestres. A explosão não só me matou, como também destruiu meu império.

Na hora de cobrar a aposta, meus primos quiseram deixar tudo nas mãos do grande campeão e com isso, trocaram os 3 socos por um único soco devastador, típico de Dragon Ball Z. Era o fim! Meu primo mais velho veio para socar meu braço, e eu, vendo que teria meus ossos esmagados pela força do soco, me defendi levantando o braço no momento exato do impacto.

Eu só não me lembrei que acima do meu ombro, estava MEU ROSTO, e com isso, tomei uma bela de uma muqueta na cara. Resultado: 2 semanas com uma beterraba no lugar do olho esquerdo. 😛

É isso galera! Espero que vocês tenham gostado!

Não deixem de compartilhar e comentar qual foi a experiência de vocês jogando esse cláaaaaaaaassico. E se você não jogou, emuladores estão aí pra isso!

Desafio a todos para uma partida!

See ya!


EU NÃO ACREDITO

toda segunda-feira um novo episódio
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Eu não acredito que o skate tem tudo pra ser o carro-chefe das medalhas do Brasil nos Jogos Olímpicos do Japão!

Isso aí. Nem futebol, nem vôlei, nem natação. Como nova modalidade nos Jogos Olímpicos de Tóquio, é o skate que promete trazer a maior quantidade de medalhas para o país.

No dia mundial do Skate, descubra um pouco mais desse esporte que já foi muito “marginalizado”, se popularizou e continua mudando a vida de muita gente!

DESCUBRA NESSE EPISÓDIO:
Como foi o desenvolvimento da cultura do skate no Brasil?
– Skate ainda é visto como algo marginalizado?
– Eventos como o X-Games ajudaram a popularizar o skate?
– Como o skate consegue mudar a vida das pessoas?
– O  padrão das pistas da Califórnia ainda é refletido no mundo?
– Quais são as principais diferenças entre skate de rua e skate de pista?
– Como vai ser o skate como esporte olímpico?

LINKS DO PROGRAMA
Olho de Vidro – Manguetown (Catarse)

REFERÊNCIAS TEXTUAIS
Com favoristas, Brasil fecha delegação para estreia do skate nos jogos olímpicos (Folha de São Paulo)
Dados da Confederação Brasileira de Skate (CBSK)
Capa da Revista Life com a skatista Pat Macgee (Skate curiosidade)
“Os Reis do Asfalto” – A História do Skate (Superinteressante)
Entrevista com Bob Burnquist (G1)
Post de Ernesto Belote sobre a pista em Feira de Santana (Instagram)
Site Ernesto Belote
Bob Burnquist abre sua casa na Califórnia e mostra ‘mega escritório’ (Globoplay)
Seleção brasileira de skate é vacinada (Terra)

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