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EU JOGUEI Top Gear!

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Depois de ler o comentário do querido @Sobigger no primeiro EU JOGUEI, fui praticamente obrigado a alterar a ordem que havia planejado para os posts aqui no WeRgeeks. Vamos voltar no tempo e falar de um dos games que popularizou o conceito de multiplayer da melhor forma possível: Top Gear!

Lançado em 1992 e popularizado no começo de 1993, Top Gear construiu sua fama graças a sua jogabilidade, que apesar de conter apenas comandos simples, proporcionava disputas incríveis entre os jogadores. O objetivo do jogo era ser o piloto mais rápido do mundo, e por isso, era preciso correr em vários países e vencer todos os campeões.

Top Gear era considerado fácil de se jogar, pois basicamente, tinhamos que fazer a mágica com 5 botões: Acelerador, Freio, turbo e os direcionais para esquerda e para a direita. Qualquer um conseguia jogar Top Gear e essa era a sua maior graça!

As pistas eram muito coloridas, tinham curvas bem fechadas e vários obstáculos, que acabavam dificultando um pouco na direção do carrinho, mas isso não impedia a galera de dar várias risadas ao ver os amigos ir correndo pela grama ou rodando na pista.

Top Gear é divertido também pelos 4 carros (apenas 4!), todos simulando os grandes nomes da época. Eram eles: Ferrari Testarossa (carro vermelho), Ferrari 288 GTO (carro branco), Honda NSX (carro roxo) e o Porsche 959. O que diferenciava os carros era o equilíbrio entre: aceleração, velocidade máxima e consumo de combustível.

Um dos melhores pontos do game, sem sombra de dúvidas é a trilha sonora. Criada pelo artista Barry Leitch originalmente para a série Lotus Turbo Challenge, do o Tiranossauro dos bytes Amiga, a trilha foi remixada para o Top Gear. Todos os músicos que conheço, ficam impressionados com a precisão e velocidade dos arpejos apresentados pela melodia. A banda britânica Muse, teve inspiração na faixa título de Top Gear na criação da melodia de “Bliss”, do album Origin of Symmetry.

http://www.youtube.com/watch?v=SR_Vu8fCgqE

Se você não conhece e ficou curioso para saber do que estou falando ou quer ouvir uma versão mais pesada, a banda Mega Driver gravou uma versão que pode ser ouvida logo abaixo.

http://www.youtube.com/watch?v=jiy0IXx-jxQ

Para finalizar, uma curiosidade: O jogo tinha um bug muito estranho que permitia o mesmo jogador chegar em duas posições diferentes em uma mesma corrida (pontuando por ambas as posições). É claro que para não estragar a magia não contarei como explorar esse bug! MWAHAHAHAHAHAHA

Ficou curioso? Google it, dude!

É isso aí galera, se vocês curtiram, não deixem de compartilhar com seus amigos pelas redes sociais e comentar aí em baixo. Lembrem-se, o carrinho branco era o mais rápido!

See ya!


EU NÃO ACREDITO

toda segunda-feira um novo episódio
Ouça em todas as plataformas
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Eu não acredito que finalmente estamos ouvindo o lado B da história da nossa civilização.

Sim. E o nome da escola de pensamento que está a frente desse movimento é a decolonialidade.

Nesta semana, para compreender nossa estrutura social de forma a torná-la mais justa e diversa, vamos entender exatamente o que é e como funciona a decolonialidade!

DESCUBRA NESSE EPISÓDIO:
– De onde surgiu o conceito de decolonialidade?
– Como a decolonialidade atua pra contrapor o imperialismo?
– Qual é a diferença entre decolonialidade e desconstrução?
– Como a decolonialidade se relaciona com o pós-modernismo e a descolonização?
– Existem diferenças entre as linhas de decolonialidade?
– Como a pedagogia decolonial pode beneficiar futuras gerações?
– Qual é o papel da decolonialidade no feminismo?
– Como a questão colonizadora impacta o movimento feminista?
– Qual é a importância da decolonialidade na sociedade brasileira?
– Há muita resistência à decolonialidade? 

REFERÊNCIAS TEXTUAIS
Ailton Krenak conta a sua trajetória e fala da luta permanente dos povos tradicionais no Brasil (Canal YouTube Assembleia de Minas Gerais)
Eleito intelectual do ano, Aílton Krenak ensina: “A vida não é útil” (ECOA – UOL)
90º aniversário da Dra. Maya Angelou (Doodle)
Arcas de Babel: Lubi Prates traduz Maya Angelou (Revista Cult)
Falando em línguas: uma carta para as mulheres escritoras do terceiro mundo (Revista Estudos Feministas)
Poema “Canção Peregrina” de Graça Graúna (Revista Acrobata)

Gostou do episódio? Mande um comentário em áudio pelo WhatsApp +55 11 98765-6950. Seu comentário poderá aparecer no podcast Serviço de Atendimento à Cavalaria (SAC).


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