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Retro-review Final Fantasy IV

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Background

Bem-vindo aos retro-reviews. Estes textos têm como objetivo sugerir games recentes, mas não muito recentes, que acreditamos que você deva jogar. E como estão no mercado há algum tempo você já deve ter um ambiente que os suporte e deve encontrá-los a preços bem mais acessíveis que os lançamentos. Divirta-se e deixe suas impressões depois de jogá-los.

Uma ode à redenção
Todos nós cometemos erros. Na maioria das vezes só percebemos isso depois do ato, algumas vezes só depois de confrontados com a verdade. Algumas vezes sabemos previamente que aquilo que faremos é errado, mas por algum motivo, seja ele altruísta ou egoísta, continuamos mesmo assim. E às vezes nós utilizamos de elementos ou prerrogativas ruins pra chegar a um resultado positivo. Em qualquer caso uma vez ciente do erro nós buscamos corrigi-lo. Ao menos a maioria de nós. Essa é a busca da redenção, o perdão de nós mesmos.

Da escuridão para a luz
Você é Cecil, um dark knight capitão da força de elite Red Wings do reino de Baron. Recentemente enviado a missões pouco comuns você acaba por perceber que há algo errado com o rei, que suas ordens não deveriam ter sido dadas, que os Cristais não valem o sofrimento daqueles que os guardam. E você entenderá que antes de salvar qualquer outro você precisa salvar a si mesmo e que precisará ensinar a mesma lição a vários outros que encontrará em sua jornada.

Aprenda, desenvolva e utilize
Todos os elementos clássicos estão lá, obviamente, afinal FFIV é um remake com poucas mudanças e apenas um delas é drástica, os gráficos. Com modelos 3D todo o conjunto ganha uma nova roupagem como feito em FFIII, também pro DS, e funciona naturalmente pois como um bom RPG os gráficos são um elemento menor comparados a história e som. Por incrível que pareça poucos percebem o quanto som é importante em um RPG, como este ajuda o jogador a imergir naquele mundo e momento. E a história? Uma série de belos personagens, tão profundos quanto necessário para fazer diferença no todo e você se importar com cada um deles, que vão te ajudar em cada passo do caminho.

A jogabilidade do original é mantida, com as conhecidas (e odiadas por alguns) random battles iniciando o Active Time Battle System, novidade no jogo de 1991, onde cada personagem tem seu próprio medidor de tempo de preparação, seja para uma próxima ação ou para executar a ação escolhida, uma maneira bem inteligente de demonstrar que todos precisam de tempo para se preparar assim como conjurar uma magia poderosa não é tão fácil como golpear com uma espada.

Um ótimo re-encontro
Como poucos dos novos jogadores estão dispostos ao trabalho de religar todo um antigo sistema, como o Super NES, os grandes jogos tem duas alternativas, remakes ou ports, e quando um grande jogo toma o caminho do remake todos nós ganhamos. FFIV é uma surpresa para os novatos e uma boa nostalgia aos antigos, um grande jogo, com uma grande história que vale a pena ser vivenciada.


EU NÃO ACREDITO

toda segunda-feira um novo episódio
Ouça em todas as plataformas
Background

Eu não acredito que finalmente estamos ouvindo o lado B da história da nossa civilização.

Sim. E o nome da escola de pensamento que está a frente desse movimento é a decolonialidade.

Nesta semana, para compreender nossa estrutura social de forma a torná-la mais justa e diversa, vamos entender exatamente o que é e como funciona a decolonialidade!

DESCUBRA NESSE EPISÓDIO:
– De onde surgiu o conceito de decolonialidade?
– Como a decolonialidade atua pra contrapor o imperialismo?
– Qual é a diferença entre decolonialidade e desconstrução?
– Como a decolonialidade se relaciona com o pós-modernismo e a descolonização?
– Existem diferenças entre as linhas de decolonialidade?
– Como a pedagogia decolonial pode beneficiar futuras gerações?
– Qual é o papel da decolonialidade no feminismo?
– Como a questão colonizadora impacta o movimento feminista?
– Qual é a importância da decolonialidade na sociedade brasileira?
– Há muita resistência à decolonialidade? 

REFERÊNCIAS TEXTUAIS
Ailton Krenak conta a sua trajetória e fala da luta permanente dos povos tradicionais no Brasil (Canal YouTube Assembleia de Minas Gerais)
Eleito intelectual do ano, Aílton Krenak ensina: “A vida não é útil” (ECOA – UOL)
90º aniversário da Dra. Maya Angelou (Doodle)
Arcas de Babel: Lubi Prates traduz Maya Angelou (Revista Cult)
Falando em línguas: uma carta para as mulheres escritoras do terceiro mundo (Revista Estudos Feministas)
Poema “Canção Peregrina” de Graça Graúna (Revista Acrobata)

Gostou do episódio? Mande um comentário em áudio pelo WhatsApp +55 11 98765-6950. Seu comentário poderá aparecer no podcast Serviço de Atendimento à Cavalaria (SAC).


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