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    Skate EU NÃO ACREDITO

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Retro-review Bully: Scholarship Edition

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Background

Bem-vindo aos retro-reviews. Estes textos têm como objetivo sugerir games recentes, mas não muito recentes, que acreditamos que você deva jogar. E como estão no mercado há algum tempo você já deve ter um ambiente que os suporte e deve encontrá-los a preços bem mais acessíveis que os lançamentos. Divirta-se e deixe suas impressões depois de jogá-los.

De volta à escola

Uma infância claramente problemática, um currículo de várias expulsões e uma personalidade de dar inveja a muito malandro por aí. Agora sua mãe acaba de se casar pela sexta vez, com um senhor com idade suficiente pra ser seu avô e dinheiro suficiente pra lhe mandar para um internato famoso por… controlar adolescentes… difíceis. Este é Jimmy Hopkins, um garoto casca-grossa em meio a sujeitos bem piores que ele.

Em Roma…

A situação de Jimmy fica bem clara rapidamente, o objetivo de diretor Crabblesnitch é domar todo rebelde que é matriculado em sua escola, ele considera este seu dom, e pra isso ele está disposto a usar qualquer meio necessário. Imaginando que seus problemas serão com o corpo docente e administrativo da Bullworth Academy, Jimmy vai descobrir que estes não serão nada comparados aos outros integrantes da escola, o corpo discente, mais conhecido como os alunos.

Grupos e territórios

Bullworth tem feudos bem definidos, temos Bullies, garotos comuns e extremamente agressivos com tudo e todos, Preppies, filhos dos muito ricos e portanto muito arrogantes, Greasers, pessoal mais ligado a motores e aparência rebelde, Nerds, esteriotipados ao limite, e Jocks, os esportistas com capacidade mental limitada. Cada um dos grupos é agressivo com estranhos ou adversários, mesmo os Nerds, e sua popularidade com cada um deles é medida por suas ações. Infelizmente não é possível escolher o resultado de cada missão, sua moral com os integrantes da escola é direcionada pela história, ainda assim é interessante perceber a reação dos integrantes dos grupos após cada missão.

Vale a pena estudar

Por mais incrível que possa parecer vale a pena assistir as aulas. Ao ser aprovado em cada uma delas você receberá algum bônus, seja ele para melhorar suas características ou uma peça de vestuário. Por exemplo, English melhorará gradativamente sua capacidade de se desculpar e assim evitar confrontos desnecessários, Chemistry lhe fará capaz de criar bombinhas, bombas fedidas e afins, e Arts dará bônus de health ao dar uns amassos. Bem úteis.

A nova versão

Bully: Scholarship Edition é uma versão expandida do jogo original para PS2. Agora você tem tudo o que tinha antes mais oito novas missões, quatro novos personagens, quatro novas aulas (Biology, Music, Math e Geography), novos itens e peças de vestuário. Há também novas falas e pequenas mudanças nos scripts. Uma boa expansão.

Na medida exata

Bully, em minha opinião, é o melhor jogo da Rockstar. Nível de agressividade bem balanceado, situações muito próximas ao que um adolescente passa em seu dia-a-dia, escala de popularidade com cada grupo bem implementada, um mapa suficientemente grande e reações verossímeis dos personagens do jogo fazer esta uma obra única. Ser Jimmy Hopkins é muito divertido não pelas confusões que ele arruma, mas pelas soluções para cada uma delas. Prepare sua mochila e boa sorte no novo ano letivo.

A proibição

Por motivos que não vou discutir aqui Bully foi banido do Brasil em Abril de 2008. O meritíssimo juiz Flávio Mendes Rabelo, da 16ª Vara Cível de Porto Alegre, após representação da Promotoria da Infância e da Juventude do Ministério Público do Estado do Rio Grande do Sul determinou que está proibida a importação, distribuição e comercialização do jogo. Portanto, se você ainda não jogou, não possuir e não poderá jogar fora do território nacional sugiro que use um artifício prático para casos como este, para quem não tem muito tempo para jogar ou para quem gosta de assistir outros jogando: use o YouTube. Bully: Scholarship Edition pode ser encontrado aqui e aqui. Divirta-se. =)


EU NÃO ACREDITO

toda segunda-feira um novo episódio
Ouça em todas as plataformas
Background

Eu não acredito que o skate tem tudo pra ser o carro-chefe das medalhas do Brasil nos Jogos Olímpicos do Japão!

Isso aí. Nem futebol, nem vôlei, nem natação. Como nova modalidade nos Jogos Olímpicos de Tóquio, é o skate que promete trazer a maior quantidade de medalhas para o país.

No dia mundial do Skate, descubra um pouco mais desse esporte que já foi muito “marginalizado”, se popularizou e continua mudando a vida de muita gente!

DESCUBRA NESSE EPISÓDIO:
Como foi o desenvolvimento da cultura do skate no Brasil?
– Skate ainda é visto como algo marginalizado?
– Eventos como o X-Games ajudaram a popularizar o skate?
– Como o skate consegue mudar a vida das pessoas?
– O  padrão das pistas da Califórnia ainda é refletido no mundo?
– Quais são as principais diferenças entre skate de rua e skate de pista?
– Como vai ser o skate como esporte olímpico?

LINKS DO PROGRAMA
Olho de Vidro – Manguetown (Catarse)

REFERÊNCIAS TEXTUAIS
Com favoristas, Brasil fecha delegação para estreia do skate nos jogos olímpicos (Folha de São Paulo)
Dados da Confederação Brasileira de Skate (CBSK)
Capa da Revista Life com a skatista Pat Macgee (Skate curiosidade)
“Os Reis do Asfalto” – A História do Skate (Superinteressante)
Entrevista com Bob Burnquist (G1)
Post de Ernesto Belote sobre a pista em Feira de Santana (Instagram)
Site Ernesto Belote
Bob Burnquist abre sua casa na Califórnia e mostra ‘mega escritório’ (Globoplay)
Seleção brasileira de skate é vacinada (Terra)

Gostou do episódio? Mande um comentário em áudio pelo WhatsApp +55 11 98765-6950. Seu comentário poderá aparecer no podcast Serviço de Atendimento à Cavalaria (SAC).


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