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Para gravar na pele…

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Para quem tem mais de 20 anos e já viveu em locadoras atrás do jogo preferido, sabe dizer pelo menos 5 jogos que se tornaram clássicos de tamanha procura e diversão (também tenho a liberdade de não citá-los) e estas pessoas podem afirmar que sonharam em poder levar esses jogos para casa (eu sempre quis ter um fliperama no quarto).

No mundo de hoje, você pode carregar seu jogo preferido no bolso da calça, instalado em algum aparelho. Seja ele um game portátil (o útil PSP), ou então no mobile mais acessível do mercado, o iPhone, você tem a praticidade de ‘ligar e jogar’ onde e quando quiser, sem depende de fichas e espaço físico, somente da bateria.

Gadgets são indispensáveis para um geek (que me atire um iPhone, quem nunca teve um aparelho), mas há pessoas que vão além disso, e resolvem levar ‘de uma vez por todas’ suas preferências pelo corpo. Assim como fez o amante do jogo Zelda, com o símbolo principal do game, a Triforce.

Tatuar nomes sempre é complicado, ainda mais quando é da pessoa amada, seja ela mulher, namorada, mãe, ou tia-avó (abraço Tia! Bjo Kell). Personalidades da mídia já se arrependeram de tatuar nomes e imagens de seus amados, outros resolvem homenagear famosos já falecidos. Para não se complicar, essa geek resolveu escrever seu próprio sobrenome em binário nas costas.

Não caberia todas as fotos que encontrei de geeks tatuados, mas pude encontrar logotipos da Dell, FireFox, Apple, HTMLs, entre outros. Os créditos finais ficam para essa tatuagem de World of Warcraft, apesar de no jogo não ser possível fazer parte da Alliance e da Horde juntas, está bem detalhada.

Leo Luz é jornalista e colaborador do WeRgeeks.


EU NÃO ACREDITO

toda segunda-feira um novo episódio
Ouça em todas as plataformas
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Eu não acredito que o conceito de comunicação não-violenta só surgiu na década de 1960.

A técnica, criada pelo psicólogo norte-americano Marshall Rosenberg, pretende criar formas de conexão mais profunda e empática para solucionar conflitos, e já foi usada em casos de crises internacionais ao longo dos anos.

Nesta semana, vamos entender tudo sobre a comunicação não-violenta e como ela pode ser usada nas nossas vidas!

DESCUBRA NESSE EPISÓDIO:
– O que é comunicação não-violenta?
– É possível ser violento mesmo falando de forma tranquila?
– Por que é importante se conectar com o outro numa discussão?
– O que Gandhi tem a ver com a comunicação não-violenta?
– Como posso aprender a comunicação não-violenta?
– A comunicação não-violenta é útil no ambiente de trabalho?
– A comunicação não-violenta está ligada à mediação judicial?
– O que é preciso para usar a comunicação não-violenta?
– Existem cursos de comunicação não-violenta?
– Como a comunicação não-violenta pode melhorar a vida em sociedade?

OFERECIMENTO
Bradesco
G-Locks Fechaduras Eletrônicas

LINKS DO PROGRAMA
Podcast TERAPIA DE PERSONAGENS
Apagão – Ruas de Fúria
BarbaraDuarte Podcast #10 – A Guerra do Streaming, com Tato Tarcan
BarbaraDuarte Podcast #9 – Um Guia Para a Black Friday, com Prof. Maury
Baseado em Fatos Surreais Podcast
EU NÃO ACREDITO – Masculinidade
EU NÃO ACREDITO – Meditação

REFERÊNCIAS TEXTUAIS
Conciliação e mediação – estatísticas (Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo)
A comunicação não violenta como instrumento de pacificação social (Jus)
CNV – Comunicação não violenta para melhores diálogos e relacionamentos (Descola)
Curso de Comunicação não violenta: Consciência para agir (Alura)
Ahimsa (Wikipédia)

Gostou do episódio? Mande um comentário em áudio pelo WhatsApp +55 11 98765-6950. Seu comentário poderá aparecer no podcast Serviço de Atendimento à Cavalaria (SAC).


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